top of page
  • Whatsapp
  • Facebook
  • Instagram

O que são Vasculites Sistêmicas?

As vasculites são um grupo de doenças caracterizadas pela inflamação dos vasos sanguíneos — artérias, veias ou capilares. Essa inflamação pode alterar o fluxo de sangue para os órgãos e tecidos, provocando danos ou comprometendo funções importantes. Em casos mais graves, podem afetar órgãos como rins, pulmões, nervos ou mesmo a pele, exigindo diagnóstico e tratamento especializado.

Por que é importante tratar cedo?

  • Prevenir danos a órgãos vitais e preservar a função de longo prazo.

  • Controlar a inflamação vascular e reduzir sintomas como dor, fadiga ou alterações na pele.

  • Estabilizar a progressão da doença por meio de terapias adequadas.

  • Garantir melhor qualidade de vida e monitoramento individualizado.

Quem deve procurar um especialista?

A avaliação com o Dr. Luiz Sérgio Guedes — reumatologista com vasta experiência — é indicada para quem apresenta:

  • Manifestações como manchas roxas ou avermelhadas na pele, pequenas feridas ou ulcerações.

  • Sintomas inespecíficos persistentes: fadiga, febre de origem desconhecida, perda de peso.

  • Comprometimento de órgãos (por exemplo, rins, pulmões ou nervos) sem causa aparente.

  • Diagnóstico de vasculite confirmado ou suspeita de doença autoimune com componente vascular

Perguntas Frequentes

Esclareça suas dúvidas sobre a abdominoplastia e saiba o que esperar do procedimento.

  1. Quais são os sintomas mais comuns?   

Podem incluir dor ou inchaço nas extremidades, sintomas semelhantes aos da gripe, manchas na pele, sangramentos, problemas renais ou respiratórios.

  2. Como é feito o diagnóstico?  

Por meio de exames de sangue, imagens (como angiografia ou tomografia), biópsias de vasos ou tecidos afetados, e avaliação clínica especializada.

  3. Qual o tratamento?  

Pode envolver medicamentos imunossupressores, biológicos, corticosteroides e acompanhamento contínuo por reumatologia. A escolha depende do tipo de vasculite e dos órgãos comprometidos.

  4. É possível conviver bem com a doença?  

Sim. Com diagnóstico precoce, tratamento adequado e acompanhamento regular, muitos pacientes mantêm qualidade de vida e função orgânica estável.

bottom of page